Comunidade Entre Pontos · com Beatriz Lima
Sem culpa. Sem precisar saber nada de crochê.
Do seu jeito, no seu tempo.
Com um momento da semana que pertence só a você.
Se você já tentou parar e não conseguiu, porque bate a culpa, porque tem coisa pra fazer, porque sempre tem alguém precisando de você, continue lendo. Esse espaço pode ser para você.
R$49/mês · Cancele quando quiser · Acesso imediato
"Que saudade de ter
um tempinho só meu."
Você acorda. Prepara o café. Resolve o que precisava ser resolvido antes de todo mundo acordar. Cuida dos filhos, do marido, do trabalho, da casa.
E quando a noite vem, quando finalmente sobra um silêncio, você fica no celular até tarde. Não porque gosta tanto assim. Mas porque é o único jeito de ter um momento que não pertence a ninguém.
Você sabe o que é sentir culpa quando tenta parar. Sabe o que é começar algo, um hobby, uma aula, uma mudança, e desistir na primeira semana. E depois carregar aquele peso: "Eu sabia que não ia conseguir."
Mas você não desistiu por ser fraca. Você desistiu porque nunca teve um espaço que acolhesse a você. Não a mãe, não a esposa, não a que resolve tudo. A você, com suas vontades, seu cansaço e seu desejo de ainda florescer.
E tem mais uma coisa que pouquíssimas pessoas falam: a solidão de se sentir sozinha mesmo rodeada de gente. De estar em casa com a família, no trabalho com os colegas, e mesmo assim ter a sensação de que ninguém realmente te vê. De que você podia sumir por um dia e ninguém ia perguntar como você estava de verdade.
E essa sensação de "eu devia estar feliz com o que tenho", quando por dentro sente um vazio que não consegue nomear, isso também não é culpa sua. O problema nunca foi você.
E a dor mais funda de tudo não é o cansaço físico.
É a sensação de que os anos estão passando e você está no automático. É olhar no espelho e não se reconhecer. Onde foi parar a mulher que você era? A que criava, que ria à toa, que tinha brilho nos olhos?
É o medo, aquele lá no fundo, de um dia olhar para trás e perceber que os anos foram passando e você viveu a vida dos outros. Que foi forte pra todo mundo. E que nunca se deu permissão de ser cuidada.
Se nada mudar daqui a um ano:
Não é pra te assustar. É pra te lembrar, com carinho:
Você ainda pode ter esse tempo pra se encontrar.
E você não precisa ganhar o direito de descansar.
Muitas mulheres não precisam de mais produtividade.
Precisam de um espaço onde possam desacelerar, criar e pertencer.
E se o caminho para o seu momento presente não passasse por esvaziar a mente?
E se, ao contrário, ele passasse por ocupar as mãos?
Existe uma razão pela qual o crochê funciona quando a meditação não funcionou:
Quando você segura a agulha e começa a tecer, sua mente tem algo concreto para ancorar. Ponto a ponto. Sem precisar "não pensar em nada." Só fazer o próximo ponto.
É presença real. É atenção plena de verdade. Sem aplicativo. Sem posição específica. Sem silêncio forçado.
E no final de cada encontro, você tem algo nas mãos. Algo que você criou. Algo que só existe porque você parou, mesmo que por vinte minutos, e fez algo por você.
O crochê é o portal.
O destino é outro.
Presença real, não forçada. Sair do automático sem precisar "esvaziar a mente".
Construir algo com as próprias mãos. Sentir pequenas vitórias. Reconectar com quem você é.
Um espaço feminino onde você é vista, reconhecida e não está sozinha.
A história por trás do método
Eu aprendi crochê com a minha mãe quando tinha dez anos.
Não foi em uma aula. Foi sentada do lado dela, vendo as mãos dela moverem a agulha, imitando o movimento até sair certo. Por décadas, o crochê esteve comigo. Como lazer, como renda extra, como hobby. Ele sempre estava lá, como uma velha amiga fiel.
Mas a vida foi acontecendo. E eu fui me distanciando dessa amiga.
Duas perdas. E eu me vi exatamente onde você pode estar agora: sem conseguir parar. Sem saber como lidar com aquela dor que não tinha nome certo.
Busquei respostas. Foi quando encontrei caminhos de cuidado e acolhimento. Algo acendeu dentro de mim que eu não esperava. Estudei. Me tornei terapeuta. Passei anos acompanhando pessoas atravessando fases difíceis: perdas, cansaços profundos e aquela sensação de viver no automático.
Mas em algum momento, percebi que estava deixando algo morrer dentro de mim.
Havia largado o crochê. Havia largado a artesã que eu era desde os dez anos. E quanto mais eu ajudava as outras a se reconectarem com elas mesmas, mais eu me desconectava de mim.
"Foi aí que eu decidi: ia unir os dois amores da minha vida."
O ato de ensinar. O ato de tecer. O ato de cuidar. Não como mundos separados, mas como um só caminho. Porque eu já sabia, pela experiência como terapeuta, que as mãos ocupadas acalmam a mente. Que o ato de criar traz presença.
O crochê não é "só" um hobby.
É cuidado, presença e criação com as mãos.
Nasceu assim a Comunidade Entre Pontos.
Cuidar de si mesma não precisa ser complicado. Não precisa de horas livres. Não precisa de silêncio perfeito. Precisa de um ponto. Depois outro. E de um espaço onde você possa, finalmente, ser só você.
Como funciona
Um encontro ao vivo pelo Google Meet comigo. Um espaço de mulheres que aprendem crochê enquanto praticam presença. Uma hora que é completamente sua.
Exercícios práticos para continuar o movimento no seu ritmo, na sua casa. A transformação não acontece só no encontro. Ela se consolida no silêncio da tarde com o crochê no colo.
Em horários específicos, estou disponível para te acompanhar. Você não vai ficar sozinha com uma dúvida travando seu progresso.
O Entre Pontos foi feito para quem está começando do zero. Mas se você já sabe crochê e quer um espaço para criar com presença, desacelerar e pertencer a uma comunidade de verdade. Você também tem lugar aqui.
Nas minhas turmas presenciais, vi mulheres chegarem achando que eram "velhas demais pra aprender coisa nova" e saírem fazendo peças que nem elas acreditavam ser capazes. Aprender não tem prazo de validade.
Depoimentos
"Se não aprender com a Bia, não aprende com mais ninguém."— Turma presencial de crochê
"Você tem o dom de ensinar. Explica de forma tão simples que fica muito fácil. Até eu, que achava que nunca conseguiria, consigo fazer tranquilamente. Já estou conseguindo fazer sozinha em casa."— Turma presencial de crochê
"Você tem muita paciência. É fácil aprender com você, desde a correntinha, e agora já estou conseguindo fazer minha primeira blusa."— Turma presencial de crochê
"Depois dos encontros comecei a me sentir mais calma e a me olhar diferente no espelho."— Turma presencial de crochê
"A cada sessão, realmente há um crescimento interior. O carinho e atenção que recebi fizeram de cada encontro algo acolhedor e produtivo. Serei eternamente grata pelo apoio."— Cliente de terapia
"Estou me sentindo tão confiante. Me sinto gigante. Você tem sensibilidade de compreender tudo que eu passei, nem eu conseguia enxergar tudo isso. Só tenho gratidão."— Cliente de terapia
"As sessões me ajudaram a atravessar uma fase muito difícil. Aprendi a olhar para os acontecimentos da minha vida com mais força e confiança. Pude perceber que sou capaz de seguir em frente. Que Deus te abençoe infinitamente."— Cliente de terapia
Se elas conseguiram,
a que chegou sem nunca ter tocado em uma agulha, a que duvidava de si mesma,
a que atravessava uma fase difícil, a que havia perdido a confiança,
você também consegue.
Isso não é promessa pronta.
É o que mulheres relatam quando têm espaço, prática e acolhimento.
Tudo que você recebe
Criada para ser acessível de verdade, porque acredito que cuidar de si mesma não deveria ser um luxo.
Toda semana, um encontro ao vivo pelo Google Meet comigo. Um espaço onde você aprende crochê enquanto pratica presença. Uma hora que é completamente sua.
→ Se fosse avulso: R$ 80/mês
Atividades para continuar o movimento em casa, no seu tempo. A reconexão se consolida nos momentos que você vai começar a reservar para si: um cantinho da tarde, uma manhã antes que o dia comece, quando a casa está quieta e esse tempo é seu.
→ Se fosse avulso: R$ 40/mês
Você não fica sozinha. Em horários definidos, estou disponível para te acompanhar, tirar dúvidas e te ajudar a avançar sem travar.
→ Se fosse avulso: R$ 60/mês
Um grupo de mulheres que entendem o que você sente sem precisar explicar. Que vibram quando você termina sua primeira peça. Que estão lá numa segunda-feira difícil. A amizade feminina de verdade que a vida adulta foi tirando da sua rotina.
→ Se fosse avulso: R$ 47/mês
Seu guia para começar mesmo que nunca tenha tocado em uma agulha, ou para reconectar com o crochê que ficou esquecido numa gaveta.
→ Se fosse avulso: R$ 37
Práticas de presença e reconexão para usar durante a semana, enquanto faz crochê ou no momento que precisar de uma pausa. O lado terapêutico da metodologia todos os dias.
→ Se fosse avulso: R$ 57
Valor total do que você recebe:
R$ 321/mês
Seu investimento:
Menos de R$ 2 por dia. Menos que um cafezinho.
🧶 Quero entrar na Comunidade →Cancele quando quiser · Acesso imediato
Por que tão acessível? Porque acredito que toda mulher merece esse espaço, não só as que podem pagar muito por ele. E porque sei que quando você experimenta de verdade, os resultados falam por si.
Vagas limitadas
Para manter o acompanhamento próximo, as vagas podem fechar quando o grupo atingir o limite.
Entre no seu tempo, mas não deixe você para depois.
Eu sei que dar esse primeiro passo pode parecer difícil. Talvez ainda tenha aquela voz lá dentro dizendo "e se não for pra mim?"
Por isso, o risco é meu.
Entre na comunidade. Participe do seu primeiro encontro. Faça seu primeiro ponto. Experimente os áudios. Sinta o espaço.
Se em 7 dias você sentir que não é para você, por qualquer motivo, basta me enviar uma mensagem e devolvo 100% do seu investimento.
Sem burocracia. Sem perguntas. Sem nenhum tipo de constrangimento.
Porque eu só quero mulheres que realmente escolheram estar aqui. E para escolher com consciência, você precisa experimentar. O primeiro ponto é por minha conta.
Algo nessa página tocou em você. Talvez tenha sido a história. Talvez o espelho que ela criou. Talvez a pergunta lá do começo:
"Quem cuida de você?"
Se você se viu aqui, na mulher que cuida de todo mundo, que sente culpa quando tenta parar, que vai dormir tarde no celular só pra ter um instante seu, esse espaço foi feito para você.
Não precisa estar pronta. Não precisa saber crochê. Não precisa ter certeza absoluta.
Você não precisa ganhar o direito de descansar. Precisa só dar o primeiro ponto.
R$49/mês · Garantia de 7 dias · Cancele quando quiser
Te vejo do outro lado. Com muito carinho,
Beatriz 💛
P.S. Se você leu até aqui, é porque algo em você quer isso. Confia nesse instinto. Com a Garantia Primeiro Ponto de 7 dias, você pode experimentar com tranquilidade. Você pode ganhar um tempo que é inteiramente seu.
P.P.S. As vagas desta turma são limitadas para que eu possa acompanhar cada mulher com a atenção que ela merece. Quando o grupo estiver cheio, fecho até abrir nova turma. Se você está lendo isso agora, pode ser um bom momento para dar esse primeiro ponto.